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Orações atendidas: Evo Morales suspende criminalização das igrejas

Após mais de um mês de protestos, marchas, conflitos com a polícia e campanhas de oração, o presidente da Bolívia, Evo Morales, deu entrevista neste domingo (21) anunciando a anulação da nova legislação penal.

"Decidi ab-rogar todo o Código do Sistema Penal", disse Morales durante uma entrevista em La Paz usando o orgumento de "evitar que a direita use o código para uma conspiração política".

Morales enviará o pedido formal à Assembléia Legislativa para suspender completamente o Código de Sistema Penal e evitar que haja mais protestos. Ele afirmou que ouviu “a preocupação das organizações sociais” e decidiu tomar a decisão, “para evitar a confusão e o medo baseado em mentiras nas redes sociais”.

Nas últimas semanas, grande parte da sociedade boliviana vinha protestando contra as limitações das liberdades individuais, pois o governo de Morales impunha censura à imprensa e, na prática, criminalizava atividades da igreja como a evangelização.

Pelo menos 15 artigos foram questionados sobre os mais de 600 que contém o novo Código do Sistema Criminal. O presidente disse que recebeu várias chamadas de parentes, militantes e

Ainda assim, os cristãos brasileiros não podem cessar as orações e devem exercer poder nas urnas para que regimes comunistas não se estabeleçam no Brasil.

Por: Redação MIR

22.01.2018  11h

líderes sociais, que afirmaram que "devemos revogar" o direito penal, embora considere que seu conteúdo é bom e favorável para os setores sociais.


Manifestação de líderes da Visão Celular sobre o assunto

Apóstolo Renê Terra Nova twettou: "O que aconteceu hoje com a Bolívia na revogação da lei criminosa do EVO, é um sinal que a Igreja precisa usar mais suas armas, orAÇÃO."

Apóstolo Wilson Ayub, que dá cobertura espiritual a Rondônia e Bolívia, retwettou um post de uma usuária do Twitter que diz: "Bolívia está prestes a se tornar uma Venezuela. Evo Morales quer banir o cristianismo do país. O papa Francisco está na América do Sul, alguém viu algum pronunciamento dele sobre o assunto? Só pra lembrar, esse índio sem-vergonha é "cumpanhero" de Lula." No compartilhamento, Apóstolo Ayub cita: "Clamamos para que as nações sérias se envolvam nesta questão. Não podemos nos calar. Porque o governo do Brasil está em silêncio? Havia algum plano para a América do Sul? Grato dr. Sergio Moro."

Em seu Instagram, Apóstolo Ayub compartilhou a notícia e testemunhou uma experiência em uma ida à Bolívia: "Há 5 anos atrás eu e Cláudia ficamos 12 horas detidos em Cochabamba com o pretexto que não tínhamos autorização para pregar o evangelho. Mantivemos a fé e exatamente às 18h um anjo entrou e imediatamente fomos soltos, pregamos e 79 pessoas se converteram naquela noite. O mesmo anjo libertará a Nação. Será o maior reavivamento da história da Bolívia".

Evo Morales, atual presidente da Bolívia.

Não devemos baixar a guarda!

Apesar da boa notícia, as orações não podem parar. Os cristãos devem clamar para que regimes comunistas semelhantes ao de Evo na Bolívia e de Maduro na Venezuela não se manifestem em outros países da América Latina, principalmente aqui no Brasil.

É importante lembrar que estamos em ano de eleições presidenciais no Brasil e que teremos a oportunidade de colocar pessoas comprometidas com a ética ou pessoas que usam o poder para defender bandeiras próprias.

Tenha certeza de que somos diretamente responsáveis pelos ideais daqueles que colocamos no poder. Infelizmente, existem muitos políticos brasileiros que, de um modo mais discreto ou não, estão sempre a criticar os cristãos e a rechaçar o nosso modo de vida e de enxergar o mundo.

Fique atento ao votar. Busque saber o que os candidatos pensam, quais são as pautas que defendem e, sobretudo, o histórico de vida de cada um. Hoje, a situação dos bolivianos é crítica. Não pense que nós, brasileiros, estamos imunes a isso. Evitar essa calamidade depende de nós. O voto é uma das armas que temos para defender nossa liberdade religiosa, nosso direito de professar Jesus Cristo como nosso único Senhor e Salvador.

Pastores se reuniram para orar na Praça Murillo, na cidade de La Paz, capital da Bolívia.