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Ministério Internacional da Restauração em Porto Velho/RO.

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O Reino de Deus expandiu-se na Terra por meio da Igreja, tal qual Cristo ordenara antes de ascender aos céus. Impérios surgiram e caíram, mas a Igreja continuou avançando.

 

Os séculos de luta entre a Igreja e o diabo, deixaram marcas no Corpo de Cristo. A falta de conhecimento, o clericalismo, o apego à tradição, entre outras patologias espirituais, levaram a Igreja a arrefecer na luta. Era hora de o Corpo ser restaurado.

 

É interessante notar dentre as definições do Dicionário Aurélio ao verbete “restaurar”, a seguinte: renovando o que foi deteriorado (... ); restituir uma dinastia, um governo ao poder.

 

Os séculos de obscurantismo medieval legaram à humanidade uma Igreja inócua, satisfeita em ser um mero grupo social, um gueto evangélico. O Corpo esquecera a missão de ser a embaixada do Reino dos Céus na Terra.

 

O Eterno inspirou, então, vários movimentos de restauração na sua Igreja. Com Lutero, no séc. XVI, houve o retorno à autoridade suprema da Bíblia como revelação direta de Deus e a retomada do sacerdócio universal dos crentes.

 

Desde então, vimos aspectos de restauração de veredas antigas nos quais o MIR tem sido um dos vanguardistas ou mesmo o pioneiro, quais sejam: a restauração dos cinco ministérios (mestre, pastor, evangelista, profeta e apóstolo), a restauração do ministério pastoral feminino, a restauração do louvor espontâneo, a doutrina de batalha espiritual e libertação, os atos proféticos, a cura interior, a imposição de mãos para ministrar a unção divina e, é claro, a implementação da Visão Celular no Modelo dos Doze no Brasil e nas nações da Terra.

 

Dentre tantos aspectos específicos do MIR, destaca-se o seu protagonismo na restauração de famílias. Desde seu nascimento, o MIR tem sido uma Igreja referência no quesito restauração de casamentos, na promoção de casamentos coletivos e ensinamento voltado para a reconstrução da base familiar bíblica, tão atacada pela cosmologia humanista.

 

Assim, vemos que de fato, o MIR se encaixa perfeitamente na definição do dicionário, citada acima: “restituir uma dinastia, um governo ao poder”. Somos uma Igreja equipada para a mudança, um povo que se permite ajustar. Ultimamente, temos sido confrontados quanto à restauração do amor: amamos apenas fazer o ministério ou amamos as pessoas atendidas por esse ministério?

 

Finalizando, gosto da chamada à restauração descrita em I Rs 18, onde o profeta Elias desafia os profetas de Baal. O que venceu os falsos profetas foi o fato de Elias ser um restaurador do altar. No versículo 30 lemos que Elias “restaurou o altar do SENHOR que estava em ruínas”.

Ao pesquisar o termo restauração na Tanach (Torá e demais livros do Antigo Testamento) surpreendi-me ao verificar que a palavra traduzida como restauração é escrita no original hebraico com uma palavra diferente e com semântica diferente em cada passagem!

 

Já na passagem de I Reis que citei, “restaurou o altar do SENHOR que estava em ruínas”, o verbo restaurar é iraphê, da mesma raiz de raphá, com sentido de ministrar cura (Jeová Raphá, o Senhor que cura).

 

O MIR é uma Igreja que ministra às pessoas a restauração através de uma cura que permanece. A cura do corpo não nos conduz necessariamente para o céu, mas a cura da alma sim. A restauração de princípios nos cura para a eternidade.

 

Como na passagem bíblica supracitada, todo processo de restauração é conduzido por um profeta. Em nosso caso, por uma família de profetas. Parabéns, Aps Gustavo e Keyla por seu coaching espiritual na missão de restaurar famílias e ministérios para o Reino do Eterno, mantendo sua própria família como exemplo para todos nós.

 

 

Feliz em ser Restauração,

Daniel Vargues

 

COLUNISTAS | DANIEL VARGUES

Restauração: uma Igreja curada