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18.11.2019  10h

Como foi a quarta edição do Summit Porto Velho

Com palestras inspiradoras, o evento reuniu aproximadamente 200 líderes no templo do MIR.

Redação MIR

No último final de semana, pudemos mergulhar na quarta edição do Summit em Porto Velho. Com uma seleção de palestrantes internacionais que oferece a combinação única de visão, inspiração e habilidades práticas, o maior evento de liderança do mundo transmitido em vídeo para mais de 135 países, aconteceu em Porto Velho nos dias 15 e 16 de novembro.

A abertura do Summit foi marcada pela apresentação 'Sons da Liderança', performada pela equipe de dança ExpressArt, de Porto Velho. Você pode assistir aqui.

Iniciando o Summit, o pastor Craig Groeschel usou a sessão de abertura para dizer algo contra-intuitivo que a maioria dos líderes provavelmente gostaria de ouvir todos os dias. Incentivando os conferencistas a usarem suas restrições para inovar, ele ajudou os líderes a ver suas limitações como oportunidades.

"Muitos líderes pensam que o melhor sempre custa mais", disse Groeschel. Seja o custo tempo, dinheiro, pessoas ou recursos, muitas vezes os líderes sentem que não podem fazer algo porque estão restritos por suas limitações.

Em seguida, Raja Singh, que deu 7 lições para o líder sobre como lidar com a corrupção. Para ele, "a cura para a corrupção está em cada líder viver uma vida de integridade em sua própria esfera de influência".

Liz Bohannon desmistifica frases muito populares que acabam limitando o potencial do líder, como "Encontre sua paixão e você nunca trabalhará outro dia em sua vida". Para Bohannon, você não encontra sua paixão, mas você a constrói. A preletora também defende que você precisa fazer dos seus sonhos pequenos, para que deixe de ser um sonhador e passe a ser um executor, e que antes de realizar sonhos grandes, você deve executar sonhos menores que te conduzirão à realização dos sonhos maiores.

Jia Jiang, escritor do livro "Sem medo da rejeição", defende que a rejeição é só uma opinião de outra pessoa, e que diz mais sobre ela do que sobre quem foi rejeitado. "Rejeição é um game de números: se você passa pelas fases dos 'nãos', você ganhará um 'sim'".

Encerrando o primeiro dia, DeVon Franklin, produtor de diversos filmes cristãos, como 'Superação: o milagre da fé', 'Milagres do Paraíso' e 'O Céu é de verdade', realça as diferenças de cada líder e o quanto elas são fundamentais para nos diferenciar daqueles que estão fazendo tudo igual. "Na liderança, muitas vezes estamos tentando roubar a receita de outra pessoa, em vez de confiar no que torna nosso processo único."

A abertura do segundo dia foi marcada pela entrevista presencial da Dra. Kerley Alcantara, juíza de direito titular da Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas (VEPEMA) e que realiza um trabalho relevante na ressocialização de apenados e na redução da criminalidade em Porto Velho. A entrevista foi conduzida pela jornalista Bruna Bastos. Assista a entrevista completa aqui.

Para a juíza, liderança não é um cargo ou posição social, e sim atitude. E essas ações precisam ser vistas como sementes lançadas que na frente serão colhidas por alguém. Quando foi questionada de como o líder deve reagir frente a problemas que parecem ser impossíveis de serem resolvidos, Dra. Kerley afirmou que O líder jamais deve enxergar o tamanho dos desafios, o que importa é que aja.

Um dos pontos altos da entrevista foi quando a Dra. exalta a maturidade de não ficar reclamando ou arrasado quando algum projeto ou ideia não deram certo, e que o pensamento deve ser: talvez não era para aquele momento ou quem sabe precisa ser reavaliado e melhorado para ser reexecutado e assim alavancar.

Em seguida, Todd Henry, autor do livro "Criativo por acaso", compara afetuosamente o liderar criativos a "pastorear tigres". Henry diz que os principais criativos envolvem alguns princípios contra-intuitivos que têm o potencial de transformar sua equipe e fornecer a incubadora necessária para criar o melhor trabalho de suas vidas. “Confiança é a moeda das equipes criativas. Sem confiança, você não pode fazer um trabalho selvagem, imaginativo e que muda o mundo”, disse Todd Henry.

A dupla de músicos latinos, os Hermanos Salazar, foram atração musical no Summit Porto Velho. Com instrumentos não muito comuns no Brasil, como charango, sampoña e cajón, a dupla apresentou um momento especial instrumental que enriqueceu a experiência dos participantes. (Você pode ver a apresentação aqui.

Em seguida, Jo Saxton falou sobre a conexão entre caráter e liderança, percorrendo as questões essenciais para se perguntar a si mesmo, a fim de que você possa realmente liderar de dentro para fora. "Quem era você antes que alguém lhe dissesse quem deveria ser? E essa percepção ainda está moldando como você se vê e limitando sua liderança?", perguntou.

O Dr. Krish Kandiah detalhou como suas experiências com o sistema de assistência adotiva o ajudaram a esclarecer seus valores de liderança. "O oposto do preconceito é hospitalidade. O preconceito vê problemas enquanto a hospitalidade vê as pessoas."

Uma das palestras mais marcantes foi a de Jason Dorsey, pesquisador especializado nas diferenças entre as gerações. Dorsey explicou que há três coisas que moldam uma geração: seus pais, a tecnologia e a geografia (especificamente ambientes urbanos versus rurais). Em outras palavras, Dorsey implica de forma brincalhona que se alguém estiver chateado com o resultado da alguma geração, a culpa é dos pais dessa geração.

O palestrante afirma que grandes eventos também moldam gerações. Por exemplo, os Millennials mais jovens nasceram em 1995 ou 1996, e uma característica definidora da geração é que eles se lembram da tragédia do 11 de setembro.

Seja você um baby boomer, da geração X, da Y ou da Z, Jason Dorsey gostaria que todos se apegassem a esta verdade: "Cada geração traz algo importante e doda geração pode liderar".

Após a facilitação sobre as gerações, a pastora e autora Danielle Strickland falou sobre mudança transformacional. Para ela, "se queremos ser líderes de influência que realmente mudam o mundo, não precisamos apenas mudar as coisas, mas precisamos encontrar as coisas certas para mudar". Complementando a mensagem da palestra, os cantores Maílson Lima e Beatriz de Oliveira estimulam os participantes a se moverem como nunca antes, por meio da música "Dare to move", da banda Switchfoot.

Na última sessão do Summit, tivemos uma apresentação especial que fez um contraponto entre a obra-prima 'A última ceia' de Leonardo da Vinci e o que podemos produzir como líderes. O elemento de programação nos fez refletir a respeito da perseverança e de construir obras relevantes. Você pode assistir a apresentação aqui.

O encerramento ficou a cargo do autor e apresentador dos programas 'À prova de tudo' e 'No pior dos casos', Bear Grylls. Sua mensagem foi a respeito do medo e da coragem. Para ele, a melhor forma de se enfrentar o medo é passando bem no meio dele. "Conheça o poder da resiliência. Porque são realmente as tempestades da vida que nos fortalecem."

Ao fim do evento, foi anunciada a data da próxima edição: 12-14 de novembro de 2020, com oito palestrantes já confirmados, incluindo Craig Groeschel, T. D. Jakes e representando o Brasil, o futebolista Kaká.