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Feliz 2019!

Não errei nos dígitos.

A cada ano, a cada nova estação, a cada época e fase da nossa existência, nos deparamos com a efemeridade da vida. A rapidez com que ela passa.

 

Juntamente ao novo ano que chega, virão novos desafios, novas pessoas, novos projetos, novos entretenimentos. Virão novos hits, novos filmes e novos blogueiros em evidência e youtubers surgirão. Alguns resquícios de 2017 permanecerão.

Volta e meia seremos lembrados de coisas até bem mais antigas que as vividas no ano que se passou: 2010, 2000, mil novecentos e bolinhas... e por aí vai.

A sua série favorita talvez não seja a mesma ao final do ano - ainda que você esteja querendo parar a leitura por aqui depois dessa afirmação, pela certeza da sua fidelidade a sua série. Vai com calma.

 

A verdade é que, se tudo ocorrer como o normal debaixo do Sol, assim será.

A cada virada, uma repensada de vida, uma reflexão.

Um dia estamos aqui, no outro não estamos mais. De um lado, o choro daqueles que experimentam pela primeira vez o ar em seus pulmões, conhecendo a vida. De outro, o choro quase que inconsolável da despedida.

 

A efemeridade, a qual citei, ela fala. E com o passar do tempo quase que a podemos ouvir gritar. E de novo e cada vez mais forte.

 

Logo mais, se o Senhor nos permitir, estaremos dizendo "Feliz 2019!". Talvez a grande pergunta em meio a isso tudo seja: quem você é, rodeado de tanta efemeridade? Outra efemeridade?

O que permanece, então, em nós? Talvez seja o que chamamos de essência. Talvez.

Podemos chamar de espiritualidade também? Talvez.

Essa pequena vontade de SER plenamente. Ser quem é, ainda que em uma pequena parte de nós.

Se o "achismo" cabe, chamaria isso de anseio pela eternidade. Algo que o Pai da eternidade colocou em nossos corações. Em meio a tempos e tempos, continuamos tentando SER algo. Existe uma mínima constância nisso. Não?! Ele assim fez, sem que possamos conhecer tudo do início ao fim, conforme o livro de Eclesiastes cita.

Diante disso, considerando este mundo pouco e insuficiente para uma alma que não parece ansiar por algo findável, vejo com bons olhos e como necessária, a busca pelo que seja eterno. É o que faz mais sentido. Nisto não há efemeridade.

Feliz novo ano! Que consigamos saciar cada vez um pouquinho mais essa vontade de SER e de CONHECER o que já É, antes de nós existirmos. Esse querer SER, que tem tom de eternidade.


(Se conseguiu ler até aqui, obrigada! Rs)

Feliz 2018!

09.01.2018

COLUNISTAS | JANAÍNA PEREIRA

A busca pela eternidade